sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

formspring.me

se vc fosse um show fracassado em bh, qual seria?

weezer!

Pergunte-me ou devoro-te

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

formspring.me

O que vc sabe sobre a seleção dos aprovados curso de jornalismo da Abril?

tudo que tem nesse site http;/cursoabril.abril.com.br

Pergunte-me ou devoro-te

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Tapete Vermelho do Oscarol

Muito glamour e lançamento de tendências na noite de premiação do Oscarol!

Abaixo, os looks de destaque para a próxima estação nos corpinhos dos famosos [?] que passaram pelo tapete vermelho de TNT da Festa de Esporte Fino do Oscarol

O comediante Bruno Costoli apareceu com seu tradicional Basic-Chic look: camiseta branca com fios de algodão egípcio e calça Deep Blue Jeans. Nos pés, Nike sob medida para o artista



As amigas Maísa Dantas (ganhadora do prêmio Melhor Impossível) e Maria Carol chegaram com um look Early New Year's Eve, tendência desta primavera. Maísa veste Dior com maxi-laço e Maria Carol veste Cantão. A tendência nude aparece nos pés das duas celebridades


A top Marina Dias, finalista para Melhor Impossível, chegou com vestido assimétrico e volumoso da Issey Miyaki

e com seu consorte Tico, em um Armani Outstreet collection "Não somos mais apenas amigos", confessou ele aos repórteres


Esculhambador Geral da República e ganhador do prêmio Com a Bola Toda apareceu com composite moderna terno Gucci negro com camisa vermelha. Tênis All Star combina com sua personalidade despojada



Aguarde mais fotos do Tapete Vermelho do oscarol aqui no blog!

domingo, 4 de outubro de 2009

AGUARDE

Novas atualizações com mais fotos do Oscarol!

Espaço Caras do Oscarol

O Oscarol foi uma festa de muita descontração, glamour e beleza.

Teve:


"fotos forjadamente espontâneas"


"fotos forjadamente espontâneas" [2]


"tendências fashionistas"


"calouros arrasando no modelito "noite""


"stand-up com o Bruno Costoli"


"uma multidão maravilhada com o resultado da premiação"


"discurso tímido da Melhor Impossível"


"discurso surpreso e político Com a Bola Toda"


"pulos de alegria do próximo Quem Quer Ser Um Milionário"


"cerveja cerveja cerveja do Sexto Sentido"


"essa foto é bonita. só por isso ela tá aqui (apesar de dar pra fazer um exame otorrinolaringológico no Campolina)"



espero que tenham se divertido como eu me diverti!

até a próxima, pessoal!
(looney tunes style)

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

SIM!




A banda se chama Rymdreglage e diz "Influenza would be a better description of where we got our influences. We are a disease." ou seja, Gripe (num trocadilho maroto com a sua denominação médica) seria a melhor descrição de nossas influências. Somos uma doença.

A música deles é bem no estilo de "8-bit trip" (a música acima), nesse eletrônico com grande influenza dos famigerados anos 80!

Se fosse para eu opinar, diria que na Suécia aquela década podia continuar perdida como aqui na América Latina...

Mais deles em:
www.rymdreglage.se

Agora, a pergunta que não quer calar: Existem pessoas mais à toa que Comunicadores?

sábado, 8 de agosto de 2009

‘Perguntinha desagradável? Não, não e não!’

Por Fernanda Ezabella, retirado do Observatório da Imprensa (http://www.observatoriodaimprensa.com.br/artigos.asp?cod=549ASP016)


"No reino das celebridades, cutucar o rei com vara curta não tem graça. Mesmo se for o ‘rei da comédia’, como vem sendo chamado o diretor e produtor Judd Apatow (‘O Virgem de 40 Anos’). E mesmo se for nos Estados Unidos, o país da imprensa livre.

Eu estava em Los Angeles, no mês passado, quando participei da entrevista coletiva de ‘Funny People’, filme de Apatow com Adam Sandler. Num sábado, jornalistas estrangeiros foram ver o longa. Na saguão do cinema, distribuíam o kit de imprensa, uma papelada com a história do filme, detalhes da carreira dos atores, os créditos de produção e o recibo da limusine de Apatow.

Como? Sim, estava lá, por engano, a ficha da limusine que levaria o diretor, às 7h15 do dia seguinte, ao hotel onde aconteceriam as entrevistas. Preço (US$ 1.375, cerca de R$ 2.750) e endereço de sua casa estavam no recibo do carro, que percorreria 12 milhas ida e volta (20km). Um táxi daria US$ 40.

No domingo, sigo para o hotel à beira-mar. Entre mesas fartas de comida e bebidas, os kits de imprensa continuam iguais. Na entrevista com diretor e elenco, peço o microfone:

‘Tem sido um período difícil com a crise financeira, os estúdios têm cortado empregos e orçamentos’, digo a Apatow e continuo: ‘É uma pergunta desagradável, mas como você justifica ter uma limusine com esse preço te pegando em casa, numa distância tão curta como seis milhas, como nos mostra aqui no material de imprensa?’

Apatow não entende. ‘O quê? Onde?’ O ator Seth Rogen brinca: ‘Uma limo foi te buscar! Mas seis milhas é longe!’

Os jornalistas riem na sala, mas não os assessores. Um deles tira o microfone da minha mão, enquanto eu tento explicar a pergunta ao diretor.

Apatow ameniza: ‘Mas eu não ligo de responder’, diz. ‘É que, após trabalhar 12, 14 horas por dia, é perigoso dirigir [...] por isso os estúdios querem assim [...]. Mas você pode me buscar se quiser, eu não ligo.’

Sem microfone, retruco: ‘Se você me pagar esse valor, eu também não me importo, ficaria feliz em fazê-lo. Mas é uma soma muito alta, não?’

O diálogo segue atrapalhado, e dois assessores me interrompem novamente. Desisto. Outra jornalista faz a última pergunta: ‘Apatow, quando você se deu conta de que deu certo?’

O diretor não perde a piada: ‘Quando consegui limusines me pegando em casa!’

A mulher de Apatow, Leslie Mann, que também está no filme, tem um chilique com os assessores. ‘Isso não é nem um pouco legal’, diz, olhando o kit. ‘É o endereço da nossa casa!’

Tento sair à francesa, mas sou abordada por uma assessora. Ela tira o kit da minha mão, enquanto os outros assessores arrancam a página ‘maldita’ dos demais jornalistas."



Folha de S. Paulo
Estúdio não se pronuncia oficialmente

"Questionada sobre as razões pelas quais impediu a jornalista da Folha de concluir sua pergunta em entrevista coletiva em Los Angeles, a Universal declarou que não se pronunciaria ‘oficialmente’. Não oficialmente, porém, a assessoria do estúdio no Brasil, comunicada da confusão por colegas estrangeiros, telefonou para a Ilustrada para se queixar da repórter e questionar a publicação do material, poucos dias depois do ocorrido.

Informaríamos que houve vazamento de um recibo? Incluiríamos os dados da nota? A reação à pergunta?

Diante das respostas positivas, a assessoria mudou de estratégia. Disse que, a partir dali, a Folha ‘poderia’ não ser mais convidada para os eventos da empresa.

Quando foi pedida uma posição da empresa, a Universal voltou atrás -disse que o jornal continuará a ter acesso às rodas de imprensa, mas que a repórter Fernanda Ezabella agora faz parte do ‘black book’ (livro negro) de todos os assessores presentes na ocasião. Seu nome poderá ser vetado no futuro.

Informada sobre a publicação desta reportagem, a empresa manteve a recusa de se pronunciar."