O Novo Jornal está de volta. E trouxe uma notícia não muito boa: "até mesmo o jornal 'Folha de São Paulo' não resiste ao Palácio da Liberdade e deixa de publicar pesquisa eleitoral de BH". Se a FSP não publicou, pode deixar que um jornal mineiro publica. O que? Pois é. Algo estranho - para não dizer podre - no reino das alterosas. Segundo O Tempo, "Quintão ultrapassa Lacerda e põe frente de 29,78 pontos".
Aqui, o link para a matéria do O Tempo. Abaixo o que deu no Novo Jornal:
Depois de três eleições municipais seguidas, patrocinando e publicando simultaneamente pesquisas eleitorais do Rio de Janeiro, São Paulo e Belo Horizonte, pela primeira vez o jornal Folha de São Paulo deixa de publicar a pesquisa realizada na capital mineira.
Procurado pelo Novojornal, o instituto de pesquisa Datafolha confirmou ter feito a pesquisa, alegando que o registro no TRE-MG e a divulgação ou não da mesma é decidida por quem encomendou a pesquisa, no caso, a Folha de São Paulo.
Na redação da Folha, a indignação com o fato é grande e deve ser trazida a público através de nota assinada por diversos jornalistas que não concordam com a submissão do jornal à vontade do Palácio da Liberdade.
Diversos jornalistas das redações de São Paulo e Brasília entraram em contato com o Novojornal, denunciando o fato. Novojornal não publica a pesquisa porque estamos em um período eleitoral e a divulgação da mesma, não registrada no TRE, constitui crime eleitoral. Esta matéria tem apenas o objetivo jornalístico de trazer a público o inconformismo dos funcionários da Folha de São Paulo.
Fonte: Novo Jornal
quarta-feira, 15 de outubro de 2008
Furos e mais furos!
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marigarcia
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14:00
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Marcadores: contraproduções, Política
quinta-feira, 2 de outubro de 2008
A ou B?
A - Da mesa de criação ao quarto do Bordel: o Case de sucesso da Campanha da Casa da Mãe Joana (2008)
ou
B - Como a Engenharia se vendeu pelo dinheiro e estragou uma festa legal
Sugiro que você vá à Festa sexta-feira para se decidir. Informações no Guia BH (http://www.guiabh.com.br/agitos/detalhenovo.asp?evento=13461) ou pelo telefone 8875-1694
E eu fiquei realmente encucado com a história da calcinha (no post anterior). Seria uma brincadeira de mal gosto com alguém que perdeu uma calcinha? (Quem perde uma calcinha já sofreu o suficiente e não devia ser escrachada/o ou, pelo contrário, realmente devia ser exposta/o?).
Acabei ligando para o número que estava no papel. Obviamente ninguém atendeu mas depois de algum tempo recebi uma mensagem de volta:
"Você ligou para a Casa da Mãe Joana. No momento, todas as nossas atendentes estão de boca cheia (...)"
Uma piadinha... a Comissão explica: "A gente decidiu que a musa ou o muso dessa edição da festa a fantasia seria uma surpresa. Por isso, resolvemos focar no lugar, A Casa, para não precisar falar de cara quem é o nosso homenageado"
A divulgação deles, então, começou muito antes do que os cartazes que apareceram na Fafich somente semana passada. Mas, será que é um problema que poucas pessoas entenderam? "Deu um certo trabalho porque a gente colocava os cartazes e as pessoas tiravam. Mas acho que as pessoas sacaram quando viram as calcinhas das fotos dos cartazes..."
Mas peraí... Na minha cabeça uma coisa já estava certa: Turma da Engenharia = muitos homens = vamos brincar com esse estigma porque, afinal, a gente está num curso de graduação e podemos inventar sem as amarras do mercado!
Fica a frase do Flash que me mandaram essa semana:
"Sabe como descobri que a festa a fantasia sexual era da 'Engenharia'?Só tinha homens vendendo ingressos!"
Eles explicam que o nome "Orgia da Engenharia" foi seriamente cogitado, mas descartado porque quebrava a associação da festa com o Curso de Comunicação. "Todos da Comunicação já sabem quem a gente é, mas todos os outros não entenderiam e não fariam a associação com a tradicional festa". E, obviamente, a Comissão não queria perder as dezenas de ingressos que são vendidos para outros cursos, inclusive, irônicamente, os cursos da Escola de Engenharia.
Não sei não. Não me convenceu: a festa já teve péssimas edições com bons nomes e boas edições com nomes regulares. Não acredito nessa correlação.
Mas, me explica melhor, então, como surgiu esse negócio de Casa da Mãe Joana e de calcinha?
A idéia da Comissão foi trabalhar um personagem, um colecionador de calcinhas que, no caso, pode ser homem ou mulher. A idéia do marketing viral (a peça da calcinha perdida [desculpa o trocadilho]) veio logo em seguida. Foi a primeira parte da divulgação, para despertar a curiosidade e instigar as pessoas.
Para a segunda parte, os últimos quinze dias, o Orkut foi o meio mais utilizado. O perfil criado para a "Mãe" iria apresentar os cartazes, fotos das garotas da Casa (Gretchen, Paris Hilton, Mulher Melancia, Kelly Key, Sandy (?), Hilda Furacão e Britney Spears ) e salpicar tópicos de conversa em diversas comunidades da UFMG, primeiro, instigando as pessoas a pensarem suas fantasias e, depois, iniciando um bolão para saber quem é a/o homenageado. Além disso a "Mãe" mandou diversos recados com os cartazes e o vídeo.
Ah! Teve o negócio do vídeo também, né? "Algumas pessoas acharam que o vídeo era um vírus". Mas no final, deu tudo certo. Os tópicos criados foram bem comentados e as pessoas se entusiasmaram (pelo menos virtualmente) com a provocação. E o vídeo é até bem interessante. Assista aqui, se ainda não viu:
E alguém disse que vídeo arte não era legal!
A estratégia de mobilização aqui foi simples e, por isso mesmo, super eficaz. A Comissão criou uma parceria com o site Guia BH, que é o maior site de eventos da cidade. Uma festa como essa não deveria deixar de estar entre os eventos de lá, deveria?
Acho uma pena que a Comissão de Formatura tenha em diversos momentos optado pelo caminho mais convencional e deixado de aproveitar uma oportunidade boa para testar os limites do conhecimento que adquiriu aqui (ou mesmo fora daqui!).
Nada "contra", mas acho que escolher ser Joana para marcar que é da Comunicação e, ao mesmo tempo, fazer uma divulgação por Orkut, que tem vantagens mas um alcance bastante discutível (que o Rafa não me veja!) além de ser um lugar onde a discussão de privacidade e do uso de perfis para a divulgação tem virado para o lado do: "não, muito obrigado" é muito estranho. É até paradoxal escolher não ser "Orgia da Engenharia" para que seja mais óbvia a relação com um curso, que os conhece por este nome. Na minha cabeça, isso é dizer: "Beleza, mas vocês não enchem o nosso bolso. Preferimos o dinheiro da Engenharia!"
De acordo com a Ombuds, "Orgia da Engenharia" seria até coerente, não só com a turma da comunicação como também com a maioria as pessoas que ultimamente andam frequentando a festa.
Por agora, as pessoas agora sabem que cada turma da Comunicação tem um nome... e uma personalidade!
E acho ainda que a Casa Verde deveria desencanar desse negócio de repetir Casa no nome da festa do semestre que vem. Quer saber? Porque a gente tem que fazer tudo como num Manual (leiaantesdesairdecasa.com.br, dica do Bruno Costoli)? Às vezes, não perder a piada é o que realmente importa!
Bem, só indo para ver mesmo... Te encontro lá!
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Marcadores: calcinha, contraproduções, engenharia, fantasia sexual, festas
quinta-feira, 18 de setembro de 2008
Calcinha preta? ou de bolinha amarelinha?
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Marcadores: calcinha, contraproduções
quarta-feira, 17 de setembro de 2008
Carta-resposta
Por razões contratuais e de honra masculina, esse blog está obrigado a mostrar o comentário original da Rachel, que provocou confusão nos Caróis #301 e #302:
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rachel
Setembro 22, 2008 às 5:59 pm
(sobre carol #300)
o aniversário é teu ou é do carol? (assim augusto consegue acabar com o que resta do bichinho)
aliás, cardoso tinha essa vantagem:
1. era um e-zine de muitos donos,
2. acabou
(tô sendo má ou faz sentido?)
iu.
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Retirado de: http://hmilen.wordpress.com/2008/09/11/carol-ano-um/
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Marcadores: carol
Jogo dos Sete Erros
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terça-feira, 16 de setembro de 2008
domingo, 7 de setembro de 2008
Poesia Concreta ou areia demais no calção?
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editor
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16:44
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